Aqui se faz aqui se paga
colhemos o que plantamos
um quilo e meio de pragas
destrói tudo que criamos
que lastimas
que lágrimas
a corroerem as almas
a virgem mata estupramos
que pálida
mostrando-se frágeis
suas madeiras e lascas
cárceres e privadas
estruturas nojentas e práticas
envergonham árvores sábias
que estão no ambiente
pra provar que são valsas
conforme o vento em suas folhas
mais frescas e vivas estarão
protegidas pelo sol do verão
mas têm as que sentem
o calor do machado em suas veias
mesmo que o tronco seja forte
sentem em seus caules o peso da morte
chega de latrocínio seguido de corte
a natureza é primorosa
mas nem toda humanidade é respeitosa
respeita o que lhe convém
machuca seus semelhantes
mesmo sendo seres diferentes
levantemos as mãos em prol dos galhos
pra que tenhamos sempre fauna e flora
seguidas de enormes abraços
e não dores que começam aos pedaços
quinta-feira, 22 de março de 2018
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